
Imagem gerada pelo ChatGPT a meu pedido.
Os jornais
O estado de quase permanente cansaço impede-me de fazer juízos sobre o que li hoje nos jornais. Transcrevo apenas três ideias que retive.
Quanto à criatividade. «Não somos criativos no vazio, somos criativos numa área em que somos especialistas.» «A fase de preparação é aquela em que estudamos o tema, conhecemos o problema, recolhemos informação.» «Segue-se a fase da incubação. É aquela fase em que nos esforçamos, mas não nos ocorre nada. No entanto, o cérebro continua a trabalhar no problema em segundo plano, a ligar informação, a testar hipóteses, sem que nos apercebamos disso.» Leonor Almeida, no Observador.
Acerca de tratar do futuro. «A malta que está na política não tratará. Conheço-os todos. A maior parte da malta que está na política quer estar lá. Quer fazer como o Dr. António Costa, gerir o dia-a-dia. Arranjar empregos para os amigos. Colocar os apoiantes. Controlar. Mandar, ser obedecido. Porquê? Porque essa é a natureza do poder.» Pedro Passos Coelho, no Público. Sublinhado meu.
Sobre a justiça de género. «Numa sociedade patriarcal, o valor da mulher é acessório ao homem. A capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor.» Leonor Caldeira, no Público.
O diário
De regresso ao rame-rame. Com mais uma tarefa diária: deixar a casa arrumada à hora do almoço para o caso de à tarde haver visitas de potenciais compradores.
A decisão: é imperativo dormir mais uma ou duas horas por dia.
A intenção: retomar o estudo de vinte minutos por dia.
O devaneio do momento: imaginar empenho no jardim da potencial nova casa.
Os cálculos da eventual mudança: como juntar o segundo quarto e o “estúdio” do Nuno no mesmo espaço; como salvar as patas do gato da escada de metal perfurada ao estilo militar; como receber os meus pais num T2 em caso de necessidade.
O jantar de hoje: favas estufadas com carne.