Imagem gerada pelo ChatGPT a meu pedido.
Leio um pouco do romance no activo. Debruço-me sobre a feliz convicção da personagem na conivência. E fico a matutar no abismo entre almas plenas de si, convencidas das suas razões e compreendidas pelos demais, e a consciência da solidão do entendimento individual.
A graça sobrenatural concedida aos desconhecedores da incompreensão é infinita.
Ao contrário da bem-intencionada ideia de que são as adversidades que formam o carácter, será da inconsciência que brota o alento persistente? A força de vontade e a disciplina?
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O que escrevo está a ser publicado em Isabel Paulos – Medium.