Imagem gerada pelo ChatGPT a meu pedido.
Ontem deixei-me dormir depois de jantar e acordei ao início da madrugada, estando acordada até agora, quase seis da tarde de Sábado. Tem sido um fartote de asneiras nos últimos meses (ano? Já perdi a noção). Quando é que me imaginava a quebrar as regras que me impus em 2007 a bem da saúde? No último ano têm sido várias directas ao fim-de-semana, de regresso ao vício dos velhos tempos: fazer cera, muita cera. Qual abelha, qual quê. Produzo mais cera do que um apicultor com vinte colmeias. A ver se não abuso e se não me contradigo, afinal pugno pela vida saudável. E uma rotina de sono é essencial. Tenho tido sorte.
Depois de uma noite tão cansativa, de manhã estivemos a ver televisão no quarto. Programas de todo inesperados. Além de uma inofensiva entrevista de uma dondoca a outra dondoca e do benfazejo Querido Mudei a Casa, vimos três episódios de desenhos animados da Disney: os Dragon Striker. Série com boa onda e sã camaradagem que mescla desporto e magia. Plena de bons sentimentos e muito saudável na relação entre raparigas e rapazes. No início estava um pouco desnorteada porque achei que jogavam contra os dragões. Ora, isso vai contra os meus princípios mais arreigados. Ainda nem sequer tinha visto o nome da série. Logo depois percebi que me escapava a subtileza que mais caracteriza a competição: os piores inimigos raramente são os adversários, mas sim os da nossa tribo. Regra que se aplica à política, mas também à acção militar. E onde quer que esteja em causa a busca do poder. Bom, adiante. O que é certo é que me diverti. Há anos não via desenhos animados na televisão, apesar de ver curtas animações no YouTube.
À tarde estive nas leituras aqui no Medium. Li um artigo sobre a China e a invasão de veludo de Taiwan. Acerca de uma conhecida pintura de Johannes Vermeer, o peso da responsabilidade e a necessidade de confiar, o perigo da incompetência dos professores na área das ciências, a importância das premissas na matemática e a superação dos desafios da vida. Tudo disponível aqui na página, no separador Activity. Amanhã se houver diário de fim-de-semana, darei nota do que retive destas leituras. E, claro, falarei do clima familiar que é distendido.
Por agora tenho essencialmente sono e vou ver se durmo até ao jantar.
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O que escrevo está a ser publicado em Isabel Paulos – Medium.
Bom fim-de-semana.