Imagem gerada pelo ChatGPT a meu pedido.
*
Um dia gostaria de escrever sobre a dedicação de algumas mulheres que trabalham na área da educação, da saúde e do serviço social. Da entrega diária, com sacrifício pessoal, ao serviço dos outros.
Um mundo com menos teorias, menos teses esmiuçadas ao ridículo e debates de opiniões infecundos, e mais prática de trabalho de serviço público. Um universo sem a orientação das balelas do desenvolvimento pessoal. Nem preponderância de oportunas trocas de favor.
Mulheres que tratam dos problemas concretos dos alunos, dos pacientes e dos mais desprotegidos. Mulheres cuja preocupação em tentar resolver as dificuldades dos demais testemunhei. A quem percebi menos procura de promover as suas próprias carreiras e menos perda de tempo com questiúnculas de ego e politiquices laterais.
Em regra, as melhores e mais competentes profissionais. As de maior valor, tantas vezes despercebido quando não menosprezado. Apesar de fazerem a diferença pela positiva em ambientes nos quais coexiste a insensibilidade, o egoísmo e o oportunismo seja no masculino, seja no feminino, tantas vezes premiados.
*
O que escrevo está a ser publicado em Isabel Paulos – Medium.