A importância das coisas

 

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Nada tem importância. Ou tudo tem importância relativa. No limbo entre a descarga emocional que se segue a horas de grande empolgação e o peso da responsabilidade pela tomada de decisões relevantes. Foram 24 horas intensas. E a eterna sensação de que para o mundo exterior nada de significativo aconteceu.

Cada um sabe de si e do que vive. Da verdade com que vive.

O corpo ressente-se da comoção e da responsabilidade sem que contudo a cabeça assuma o peso do fardo. A perpéctua leveza em levar a vida com persistência e esperança. E medo da asneira. Do erro.

Lá fora tudo rola indiferente. E às tantas é assim que deve ser. Nada de importante diz respeito aos demais, a menos que nos queiram genuinamente bem. E esses são raros.

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