Agenda

- trapézio sem rede -

Imagem: Google

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Contra as sugestões de orientar as acções e a escrita pela positiva digo muito pela negativa: não vou escrever um post fechado e bonitinho. Apenas uma agenda com um breve ponto de situação.

Naquele modo de estar moderno de quem tem necessidade de dar conta da sua vida a todo instante — mania que todos reparam nos outros, mas nunca reconhecem em si mesmos -, venho apenas contar que, em termos profissionais, por estes dias estou sozinha a fazer tarefa de dois e que, para fins lúdicos, ando à volta das leituras sobre a pré-história e o mundo antigo em matéria de arte.

Ainda não comecei a escrever. Prevejo que aconteça no próximo fim-de-semana. Se assim for e os astros se conjugarem, no final de Setembro já poderei começar a publicar os meus singelos e, espero, despretensiosos posts alusivos à evolução da expressão artística ao longo do tempo. Ainda não determinei a periodicidade da publicação, mas é possível que seja qualquer coisa quinzenal já que tenciono ir lendo previamente três livros de abordagem geral da história da arte como base de estudo dos artigos e mais material complementar para cada tema específico. E já sabem que me pode dar na veneta falhar a periodicidade proposta — coisas de quem reconhece a telha.

Em suma, como é usual, no que me proponho fazer, o projecto vai fluir ao ritmo da vida, ao sabor dos dias. Bem sei que a sensatez recomendaria que não dissesse nada antes de ter tudo preparado e feito e me limitasse a mostrar o resultado. Na perspectiva de alguns, o bom senso aconselharia a que não fosse fala-barato. Todavia, não é o meu género fazer caixinha para surpreender. Nem acho especial graça ao cálculo pela calada. Cada um é como cada qual. Dá-me gosto seguir a um ritmo autêntico, mostrando a vida em movimento com as derrotas e vitórias, isto é, os “inconseguimentos” (como dizia a outra) e os produtos finais. Afinal, é disto que somos feitos e não apenas dos sucessos.

É um pouco o gosto pelo trapézio sem rede.

Fora disso, quero ver se nos próximos dias escrevo um ou dois posts, em função de misturar ou não temas. Além do excesso ou carência de explicação, ainda queria ver se me inteirava do que se passa no mundo e dar um bitaite sobre o facínora Putin que está marcado para morrer em 2026 — vaticínio meu em 2024 que, infelizmente, para os ucranianos e o mundo ainda não aconteceu.

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O que escrevo está a ser publicado em Isabel Paulos – Medium.

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